Atualizada nessa terça-feira, a
lista internacional de bilionários da revista americana “Forbes” dá uma ideia
dos efeitos econômicos da pandemia da Covid-19: nada menos do que 226 pessoas
em todo o mundo perderam o status de membro do clube dos dez dígitos apenas
entre os dias 6 e 18 de março por causa do colapso dos mercados globais causado
pela crise do novo coronavírus. No total, existem 2.095 bilionários no mundo
nesse momento – 58 a menos do que na mesma época de 2019 – e 51% deles estão
menos ricos do que há um ano. Suas fortunas somadas chegam a US$ 8 trilhões (R$
41,9 trilhões), resultado US$ 700 bilhões (R$ 3,67 trilhões) menor do que o de
doze meses atrás. Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, continua sendo o homem
mais rico do mundo, com uma fortuna de US$ 113 bilhões (R$ 592,1 bilhões). Já
no Brasil o posto de número um continua com o banqueiro Joseph Safra, que tem
estimados US$ 19,9 bilhões (R$ 104,3 bilhões). Uma das novidades entre os
brasileiros é Pedro de Godoy Bueno (foto), cofundador da empresa de planos de
saúde Amil e dos laboratórios DASA. Listado como o bilionário mais jovem do
país, com 29 anos e US$ 1,1 bilhão (R$ 5,76 bilhões) na conta, Pedro também é o
primeiro bilionário brasileiro assumidamente gay, e está casado desde 2018 com
o administrador Hermann Hoffmann.
